Ela citou como principais alimentos que contém bactérias resistentes carnes de aves, ovos, porco ou vaca bem como saladas cruas, que podem ser contaminadas durante a preparação, manuseio e processamento.
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Bactérias Resistentes
quarta-feira, 16 de abril de 2008
Existe de Fato uma guerra contra as drogas?
Esta é uma pergunta muito importante; requer uma profunda análise dos inúmeros fatos internacionalmente conhecidos. No entanto, há tão sérias e detalhadas declarações em contrário a verdadeira existência de uma guerra contra as drogas que - de fato -, é muito dificil sequer ordenar uma linha de pensamento que acompanhe toda a evolução da questionada "guerra contra as drogas".
Os meados da década de 1960 foram marcados pelo auge da indústra da heroína européia e logo depois houve um repentino declínio. Na década de 1960 o governo italiano lançou uma operação para quebrar a Máfia siciliana e em 1967 o governo turco anunciou que estava descontinuando suas plantações de sementes de papoulas no platô da Anatólia para impedir que os laboratórios de heróina, em Marselha, tivessem acesso a sua mais importante fonte de material cru. Mas os comerciantes e traficantes mudaram de fontes de suprimento para o sudeste asiático, onde o excesso de produção de ópio e a sistemática corrupção do governo criavam o clima ideal para uma produção em grande escala de heróina.
Mas ainda na década de 1950 a CIA tinha apoiado a formação do exército guerrilheiro na então Burma [atual Miamar], um grupo que ainda controla mais da metade do suprimento de heroína mudial, e no Laos, onde a CIA criou um exército mercenário cujo comandante fabricava heroína para vender, entre outos clientes, aos soldados americanos no Vietnã do Sul, cuja guerra começou em 1965.
Segundo a própria CIA, as sete mais importantes refinarias de heroína estavam em áreas vizinhas de Tachilek, Burma; Ban Houei Sai e Nam Keung no Laos; e Mae Salong na Tailândia.
O que a CIA não mencionou é que todas estas áreas eram ocupadas por organizações paramilitares apoiada por ela própria, a CIA.
No Miamar, havia uma união de negócios de exploração de petróleo entre o regime narco militar e a americana Unocal. Esta união tinha o nome de MOGE. Há alegações de que MOGE está sendo usada pelo regime fascista para lavar seu dinheiro advindo dos lucros com as drogas.
Segundo o agente do DEA, Michael Levine, que servia na Tailândia durante a guerra do Vietnã, a heroína era embarcada nos cadáveres de combatentes mortos até a Tailândia, de onde seguia para os EUA. Segundo este mesmo agente, quem coordenava toda esta operação era a própria CIA, que trabalhava paramilitarmente no Vietnã e secretamente no Laos e no Cambodia.
Ainda segundo Michael Levine, quando servia como agente senior do DEA para a América do Sul, também a CIA aliou-se ao maior cartel de cocaína, conhecido como "La Organizacion", que tinha fortes laços de envolvimento com poderosas famílias, políticos e militares bolivianos, para derrubar o governo boliviano que era então legitimamente anti-drogas. Com a ajuda da CIA, justamente os lideres de "La Corporacion", que eram também membros da Liga Internacional Anticomunista, tomaram o poder e se tornaram o governo da Revolução Boliviana. Levine ainda refere que 'La CORPORACION" tinha três braços, o primeiro na Bolívia de onde provinha a droga, o segundo no Panamá, onde era feita a lavagem do dinheiro das drogas e por último, o terceiro, no México, onde autoridades e militares recebiam a cocaína e a atravessavam por barcos para os EUA.
Segundo Gary Webb, durante o apoio dos EUA ao movimento dos contra na Nicarágua, a CIA utilizou o dinheiro advindo da venda das drogas para armar os contra guerrilheiros. Ele ressalta que foi uma aliança muito bizarra: unir-se aos cartéis Colombianos de drogas e facilitar a entrada e a venda da cocaína dentro da América, com a finalidade única de combater o governo revolucionário socialista da Nicarágua, por meio dos guerilheiros e esquadrões da morte armados pelo poder do dinheiro ganho com a cocaina.
Os registros das Cortes Americanas mostram que o dinheiro era usado para comprar equipamentos para a guerrilha chamada Força Democrática Nicaraguense [FDN].Esta mesma Força Democrática Nicaraguense era comandanda em Honduras por um agente da CIA chamado Mr. Bermudez. Um agente do DEA, chamado Blandon, que esteve trabalhando para a operação de drogas da FDN em 1981, testemunhou que o anel das drogas vendia mais de uma tonelada de cocaína mensalmente nos EUA. Ele trabalhava para o DEA e assim testemunhou tudo isto diante da Corte e foi o DEA que conseguiu sua libertação da prisão em 1994, e recebeu do DEA mais de US$ 166.000. Mas o chefe de Blandon nesta operação, Juan Norwin Meneses Cantarero, nunca passou nem um dia em uma prisão americana.
Agentes de quatro organizações - DEA, Aduana dos EUA, Departamento do Xerife do Condado de Los Angeles e o Escritório de combate aos narcóticos da Califórnia - tem se queixado que as investigações foram embaraçadas pela CIA sob alegações de interesses de segurança nacional. Tudo isto veio a tona durante o sensacional julgamento de Meneses na Nicarágua em 1992, por tráfico de cocaína, após a apreensão de um embarque de 750 quilos vindos dos cartéis colmbianos. Mas há também fortes evidências que a Força Aérea de El Salvador estava profundamente envolvida com os vôos da cocaína, os contras e o comerciante de drogas fornecedor da cocaína para Norwin Meneses, Oscar Danilo Blandon Reyes.
Registros da Casa Branca mostram que logo depois do encontro de Blanton com Bermudez, o então Presidente Reagan deu permissão para a CIA começar operações secretas paramilitares contra o governo sandinista da Nicarágua, mas em sua ordem secreta de dezembro de 1981, Reagan só autorizava que a CIA gastasse US$19.9 milhões neste projeto, um valor que a CIA sabia ser insuficiente.
Durante todo período da operação da CIA no auxílio dos contra da Nicarágua, Manuel Noriega era sabidamente estar envolvido com o tráfico de drogas. E por mais de uma década, ele foi altamente pago como um colaborador da CIA a despeito das autoridades do DEA já em 1971 tivessem conhecimento que ele estava pesadamente envolvido com o tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Ele recebia uma média de US$200.000 por ano. Levine relata que quando estava em sua Operação com "La Corporacion", ele foi ao Panamá para se encontrar com Ramberto Rodriquez, um homem estreitamente ligado a Noriega, para pagar a ele nossos primeiros cinco milhões de drogas. Ramberto Rodriquez era o principal lavador de dinheiro no Panamá.
Na década de 1980 e início da década de 199O, a CIA trabalhou para manter no poder a liderança politica e militar corruptas do Haiti. Aqui também a CIA ficou cega para o tráfico de drogas de seus protegidos.
A este mesmo tempo, os envolvidos na operação das drogas, reconheciam que a cocaína era um produto caro demais para alcançar as camadas mais pobres da população e os comerciantes estavam tentando encontrar uma forma de "baratear" seu produto, assim aumentando o consumo. Daí, nasceu o crack, em 1974, na área da Baía de San Francisco. Desta forma, uma compra de US$65 milhões se tornava uma venda de US$130 milhões por dia.
Porém, ainda há mais. Durante o caso Irã Contra, em 1994, o então congressista Dick Cheney foi um feroz defensor do Coronel Oliver North. Tudo isto a despeito do fato de que North tinha mentido a Cheney em um encontro particular realizado em 1986, na Casa Branca. Os próprios diários de Oliver North e as subsequentes investigações do Inspetor Geral da CIA o tem irrevogavelmente ligado diretamente ao tráfico de cocaína durante os anos de 1980 e a abertura de conta bancária para uma firma que movimentava quatro toneladas de cocaína por mês. Oliver North foi banido da Costa Rica por tráfico de drogas. Como Secretário de Defesa de Bush pai, durante a Operação Tempestade no Deserto (1990-91), Cheney também dirigiu operações especiais que envolviam os rebeldes curdos no norte do Irã. A fonte primária de renda dos curdos, por mais de cinquenta anos, tem sido o contrabando de heroína do Afeganistão e Paquistão através do Irã, Iraque e Turquia.
De 1994 a 1999, durante a intervenção militar nos Balcãs, onde o Exército de Libertação do Kosovo controla 70% do contrabando da heroína que entra na Europa. A companhia Brown and Root de Cheney apoiou que as operações continuassem na Bósnia, Kosovo e Macedonia até hoje.
A ClA apoiou os rebeldes Mujahedeen [que em 2001 faziam parte da Aliança do Norte, combatendo o Talibã que então se tornou o núcleo do governo afegão depois do ataque americano em 2001]. Estes Mujahedeen estavam pesadamente envolvidos com o tráfico de drogas durante o tempo da guerra com a Rússia, onde esta apoiava o governo em seus planos de reforma da sociedade extremamente retrógada afegã. O principal cliente da CIA era Gulbuddin Hekmatyar, um dos principais senhores das drogas e também principal refinador de heroína. A CIA fornecia caminhões e mulas que transportavam as armas para o Afeganistão e voltavam então para a fronteira afegã-paquistanesa transportando o ópio aos laboratórios. Esta ação fornecia mais da metade da heroína consumida nos próprio EUA e 3/4 da que era usada na Europa Ocidental. Agentes americanos admitiram em 1990 que fracassaram em investigar ou agir contra a operação de drogas porque não queriam ofender seus aliados afegãos e paquistaneses.
Agora, muito recentemente vemos o apoio incontestável que o Presidente Bush junior está dando ao governo colombiano, em uma época onde ressoam internacionalmente os escândalos da ligação de membros do governo atual com esquadrões da morte e o narcvo tráfico. Para saber mais leia a matéria Colombia
A culpa sempre recai na CIA, mas frequentemente nos afastamos de algo muito mais importante que é o fato que o conluio com os narcotraficantes realmente é uma questão de política e vai muito além da corrupção. Realmente, tudo isto envolve uma política de narco colonialismo, onde os EUA procuram expandir sua influência tão longe quanto puderem. O governo dos EUA tem outros acordos, tais como interesses bancários, ou no caso do México, o NAFTA.
E então, retornamos a pergunta: Existe de fato uma guerra contra as drogas?...
Esta é uma pergunta muito importante; requer uma profunda análise dos inúmeros fatos internacionalmente conhecidos. No entanto, há tão sérias e detalhadas declarações em contrário a verdadeira existência de uma guerra contra as drogas que - de fato -, é muito dificil sequer ordenar uma linha de pensamento que acompanhe toda a evolução da questionada "guerra contra as drogas".
Os meados da década de 1960 foram marcados pelo auge da indústra da heroína européia e logo depois houve um repentino declínio. Na década de 1960 o governo italiano lançou uma operação para quebrar a Máfia siciliana e em 1967 o governo turco anunciou que estava descontinuando suas plantações de sementes de papoulas no platô da Anatólia para impedir que os laboratórios de heróina, em Marselha, tivessem acesso a sua mais importante fonte de material cru. Mas os comerciantes e traficantes mudaram de fontes de suprimento para o sudeste asiático, onde o excesso de produção de ópio e a sistemática corrupção do governo criavam o clima ideal para uma produção em grande escala de heróina.
Mas ainda na década de 1950 a CIA tinha apoiado a formação do exército guerrilheiro na então Burma [atual Miamar], um grupo que ainda controla mais da metade do suprimento de heroína mudial, e no Laos, onde a CIA criou um exército mercenário cujo comandante fabricava heroína para vender, entre outos clientes, aos soldados americanos no Vietnã do Sul, cuja guerra começou em 1965.
Segundo a própria CIA, as sete mais importantes refinarias de heroína estavam em áreas vizinhas de Tachilek, Burma; Ban Houei Sai e Nam Keung no Laos; e Mae Salong na Tailândia.
O que a CIA não mencionou é que todas estas áreas eram ocupadas por organizações paramilitares apoiada por ela própria, a CIA.
No Miamar, havia uma união de negócios de exploração de petróleo entre o regime narco militar e a americana Unocal. Esta união tinha o nome de MOGE. Há alegações de que MOGE está sendo usada pelo regime fascista para lavar seu dinheiro advindo dos lucros com as drogas.
Segundo o agente do DEA, Michael Levine, que servia na Tailândia durante a guerra do Vietnã, a heroína era embarcada nos cadáveres de combatentes mortos até a Tailândia, de onde seguia para os EUA. Segundo este mesmo agente, quem coordenava toda esta operação era a própria CIA, que trabalhava paramilitarmente no Vietnã e secretamente no Laos e no Cambodia.
Ainda segundo Michael Levine, quando servia como agente senior do DEA para a América do Sul, também a CIA aliou-se ao maior cartel de cocaína, conhecido como "La Organizacion", que tinha fortes laços de envolvimento com poderosas famílias, políticos e militares bolivianos, para derrubar o governo boliviano que era então legitimamente anti-drogas. Com a ajuda da CIA, justamente os lideres de "La Corporacion", que eram também membros da Liga Internacional Anticomunista, tomaram o poder e se tornaram o governo da Revolução Boliviana. Levine ainda refere que 'La CORPORACION" tinha três braços, o primeiro na Bolívia de onde provinha a droga, o segundo no Panamá, onde era feita a lavagem do dinheiro das drogas e por último, o terceiro, no México, onde autoridades e militares recebiam a cocaína e a atravessavam por barcos para os EUA.
Segundo Gary Webb, durante o apoio dos EUA ao movimento dos contra na Nicarágua, a CIA utilizou o dinheiro advindo da venda das drogas para armar os contra guerrilheiros. Ele ressalta que foi uma aliança muito bizarra: unir-se aos cartéis Colombianos de drogas e facilitar a entrada e a venda da cocaína dentro da América, com a finalidade única de combater o governo revolucionário socialista da Nicarágua, por meio dos guerilheiros e esquadrões da morte armados pelo poder do dinheiro ganho com a cocaina.
Os registros das Cortes Americanas mostram que o dinheiro era usado para comprar equipamentos para a guerrilha chamada Força Democrática Nicaraguense [FDN].Esta mesma Força Democrática Nicaraguense era comandanda em Honduras por um agente da CIA chamado Mr. Bermudez. Um agente do DEA, chamado Blandon, que esteve trabalhando para a operação de drogas da FDN em 1981, testemunhou que o anel das drogas vendia mais de uma tonelada de cocaína mensalmente nos EUA. Ele trabalhava para o DEA e assim testemunhou tudo isto diante da Corte e foi o DEA que conseguiu sua libertação da prisão em 1994, e recebeu do DEA mais de US$ 166.000. Mas o chefe de Blandon nesta operação, Juan Norwin Meneses Cantarero, nunca passou nem um dia em uma prisão americana.
Agentes de quatro organizações - DEA, Aduana dos EUA, Departamento do Xerife do Condado de Los Angeles e o Escritório de combate aos narcóticos da Califórnia - tem se queixado que as investigações foram embaraçadas pela CIA sob alegações de interesses de segurança nacional. Tudo isto veio a tona durante o sensacional julgamento de Meneses na Nicarágua em 1992, por tráfico de cocaína, após a apreensão de um embarque de 750 quilos vindos dos cartéis colmbianos. Mas há também fortes evidências que a Força Aérea de El Salvador estava profundamente envolvida com os vôos da cocaína, os contras e o comerciante de drogas fornecedor da cocaína para Norwin Meneses, Oscar Danilo Blandon Reyes.
Registros da Casa Branca mostram que logo depois do encontro de Blanton com Bermudez, o então Presidente Reagan deu permissão para a CIA começar operações secretas paramilitares contra o governo sandinista da Nicarágua, mas em sua ordem secreta de dezembro de 1981, Reagan só autorizava que a CIA gastasse US$19.9 milhões neste projeto, um valor que a CIA sabia ser insuficiente.
Durante todo período da operação da CIA no auxílio dos contra da Nicarágua, Manuel Noriega era sabidamente estar envolvido com o tráfico de drogas. E por mais de uma década, ele foi altamente pago como um colaborador da CIA a despeito das autoridades do DEA já em 1971 tivessem conhecimento que ele estava pesadamente envolvido com o tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Ele recebia uma média de US$200.000 por ano. Levine relata que quando estava em sua Operação com "La Corporacion", ele foi ao Panamá para se encontrar com Ramberto Rodriquez, um homem estreitamente ligado a Noriega, para pagar a ele nossos primeiros cinco milhões de drogas. Ramberto Rodriquez era o principal lavador de dinheiro no Panamá.
Na década de 1980 e início da década de 199O, a CIA trabalhou para manter no poder a liderança politica e militar corruptas do Haiti. Aqui também a CIA ficou cega para o tráfico de drogas de seus protegidos.
A este mesmo tempo, os envolvidos na operação das drogas, reconheciam que a cocaína era um produto caro demais para alcançar as camadas mais pobres da população e os comerciantes estavam tentando encontrar uma forma de "baratear" seu produto, assim aumentando o consumo. Daí, nasceu o crack, em 1974, na área da Baía de San Francisco. Desta forma, uma compra de US$65 milhões se tornava uma venda de US$130 milhões por dia.
Porém, ainda há mais. Durante o caso Irã Contra, em 1994, o então congressista Dick Cheney foi um feroz defensor do Coronel Oliver North. Tudo isto a despeito do fato de que North tinha mentido a Cheney em um encontro particular realizado em 1986, na Casa Branca. Os próprios diários de Oliver North e as subsequentes investigações do Inspetor Geral da CIA o tem irrevogavelmente ligado diretamente ao tráfico de cocaína durante os anos de 1980 e a abertura de conta bancária para uma firma que movimentava quatro toneladas de cocaína por mês. Oliver North foi banido da Costa Rica por tráfico de drogas. Como Secretário de Defesa de Bush pai, durante a Operação Tempestade no Deserto (1990-91), Cheney também dirigiu operações especiais que envolviam os rebeldes curdos no norte do Irã. A fonte primária de renda dos curdos, por mais de cinquenta anos, tem sido o contrabando de heroína do Afeganistão e Paquistão através do Irã, Iraque e Turquia.
De 1994 a 1999, durante a intervenção militar nos Balcãs, onde o Exército de Libertação do Kosovo controla 70% do contrabando da heroína que entra na Europa. A companhia Brown and Root de Cheney apoiou que as operações continuassem na Bósnia, Kosovo e Macedonia até hoje.
A ClA apoiou os rebeldes Mujahedeen [que em 2001 faziam parte da Aliança do Norte, combatendo o Talibã que então se tornou o núcleo do governo afegão depois do ataque americano em 2001]. Estes Mujahedeen estavam pesadamente envolvidos com o tráfico de drogas durante o tempo da guerra com a Rússia, onde esta apoiava o governo em seus planos de reforma da sociedade extremamente retrógada afegã. O principal cliente da CIA era Gulbuddin Hekmatyar, um dos principais senhores das drogas e também principal refinador de heroína. A CIA fornecia caminhões e mulas que transportavam as armas para o Afeganistão e voltavam então para a fronteira afegã-paquistanesa transportando o ópio aos laboratórios. Esta ação fornecia mais da metade da heroína consumida nos próprio EUA e 3/4 da que era usada na Europa Ocidental. Agentes americanos admitiram em 1990 que fracassaram em investigar ou agir contra a operação de drogas porque não queriam ofender seus aliados afegãos e paquistaneses.
Agora, muito recentemente vemos o apoio incontestável que o Presidente Bush junior está dando ao governo colombiano, em uma época onde ressoam internacionalmente os escândalos da ligação de membros do governo atual com esquadrões da morte e o narcvo tráfico. Para saber mais leia a matéria Colombia
A culpa sempre recai na CIA, mas frequentemente nos afastamos de algo muito mais importante que é o fato que o conluio com os narcotraficantes realmente é uma questão de política e vai muito além da corrupção. Realmente, tudo isto envolve uma política de narco colonialismo, onde os EUA procuram expandir sua influência tão longe quanto puderem. O governo dos EUA tem outros acordos, tais como interesses bancários, ou no caso do México, o NAFTA.
E então, retornamos a pergunta: Existe de fato uma guerra contra as drogas?...
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A quem serve a Ciência Atual?
Até onde vai a Ciência?
A ciência atualmente, em uma parte preponderantemente grande voltada aos avanços em tecnologias bélicas, tem se tornado uma ciência enlouquecida e incoerente com a sobrevivência. Talvez, também em parte, isto seja devido ao fato do esforço concentrado do mundo inteiro em se defender - ou ao menos se contrapor- a sanha desarrazoada da máquina guerreira daqueles que se auto intitulam "super potência mundial" ou, outras vezes, para variar um pouco, "polícia do mundo". Também não há que se desconsiderar a posição enfraquecida de uma instituição criada como árbitro máximo para as questões e pendências internacionais, a ONU, debilitada pelo poder arrogante e agressivo do veto a questões vitais para a humanidade como um todo e, ainda mais gravemente, pelo total desrespeito as suas Resoluções. Há que se também ressaltar o total desrespeito e desconsideração que enfrenta a Corte Mundial da parte da tal super potência absurdamente homicida e inconsequentemente suicida e seus aliados.
Suscitar o ódio ou ao menos a repulsa de grande parte do mundo certamente não é visar qualquer fim que seja apaziguador. Não é reforçar a defesa de direitos humanos e nem ao menos é procurar uma solução conciliadora.
A cada vez que ligamos nosso aparelho de televisão em um noticiário internacional, nos deparamos com espetáculos deprimentes de destruição humana em ampla escala, em incidentes muitas vezes discutíveis da aplicação deliberada da vontade humana. Como exemplo, podemos citar os recentes conflitos no Oriente Médio onde o espetáculo de armamentos aterrorizantes e de amplo alcance de destruição [embora pouco demonstrados em imagens da media conivente], além dos efeitos não conhecidos ou não declarados, a médio e curto prazo, nos fazem estremecer de terror. Esta espécie de terror é muito mais real e consciente do que qualquer ato homicida de associações terroristas em retaliação ao terrorismo maior pré estabelecido e deliberado da "super potência".
Como sul americana e muito orgulhosamente brasileira, uma nação onde os objetivos de paz e fraternidade se destacam de forma tão acentuada, vejo com extrema preocupação o pé fincado da super potência em nação sul americana: a Colômbia. Todos que estudam e acompanham a origem dos conflitos anteriores em nosso continente, bem como no mundo inteiro, sabem perfeitamente bem o perigo que isto representa para todos nós. Esta presença assumida e declarada já tem causado e fomentado incidentes, como o da quebra da soberania do Equador em tempos recentes. Com esta presença "super potencial", as exportações de cocaína para o mundo dispararam, após uma mínima fração temporal que justificasse a estada das tropas externas. Hoje temos uma Colômbia apartada em pensamento e atos de todas as demais nações sul americanas, buscando de todas as formas possíveis a desestabilização política da Venezuela. Não quero e nem devo entrar no mérito se Hugo Chavez é um bom Estadista ou não, mas certamente tenho que ter por ele o respeito devido a um governo publicamente escolhido e eleito, ou não seria politicamente democrática.
Também é fato amplamente conhecido que a produção da heroína e sua exportação, que foi tanto combatida pelo Talibã, agora assume números nunca antes vistos, pós invasão do Afeganistão.
Igualmente é bem sabido que todos os "queridinhos" instrumentos de momento da política da super potência foram mais tarde impiedosamente julgados, condenados e apontados por ela como os mais violentos ditadores, belicistas, assassinos etc. É bom aqui lembrar de Noriega, Saddam Hussein, Timothy McVeigh, Osama bin Laden, Suharto, Pinochet, Jonas Savimbi da Unitas de Angola, entre outros. É claro que existem outros mais, mas são tantos que a minha incipiente cultura não permite citar caso a caso.
Mas voltando aos terrores científicos que atualmente nos assombram, é bom lembrar que agora vivemos o tempo onde um novo tipo de Guerra Fria entre diferentes países está em adquirir a capacidade de demonstrar maestria nas tecnologias superiores. Daí, com a condenação mundial das armas nucleares [e indubitavelmente ao fato de que tantos e tão vários outros países também a possuírem], a super potência "inovou" no uso de armas de urânio reduzido em aquilo que ela própria denomina "conflitos de baixa intensidade". O grande problema é que de fato são internacionalmente desconhecidos [ou ao menos assim declarado] os efeitos a médio e longo prazo do emprego de tais armas. O que temos de concreto é uma longa lista de "acidentes" nos locais onde elas foram empregadas; para citar alguns, Kosovo, Iraque e Afeganistão. Fato é que várias instituições, de certo desmancha prazeres, tem citado aumento de canceres e defeitos congênitos que aparecem preponderamente após os cinco anos de sua utilização. Outro fato, também decerto "invencionices" causadas pelo "stress pós traumático de guerra" é que os veteranos das Guerras do Golfo se queixam judicialmente destes efeitos "imaginários". É sabido que o urânio reduzido demora um período igual ao tempo da existência do planeta Terra para se tornar inativo e também é amplamente sabido e não contestado que, apesar de reduzido, ele permanece radioativo.
Além das terríveis ameaças de guerras químicas [que não foram banidas por nenhum tratado] e guerras biológicas [que apesar de "banidas" tem os mesmos preceitos de pesquisa e utilização] agora a 'onda" vem de um campo científico onde grande parte da pesquisa de "defesa" está obtendo prioridade: ser capaz de manipular o clima. Obviamente, a manipulação climática é algo onde o agressor muito mais facilmente permanece indeterminado, e cumpre maravilhosamente bem seu papel de inviabilizar economias, assassinar em massa e trazer toda a coorte de miséria, doença e fome. Não é lindo?
A nova invenção tecnológica é advinda da descoberta de que a utilização de radiação eletromagnética de estrelas distantes possa lançar energia quântica na Terra. Esta radiação eletromagnética contém ondas elétricas e magnéticas que viajam à velocidade da luz e apresentam o ângulo correto entre elas. A manipulação destas explosões de estrelas distantes pode permitir técnicas muito maiores de manipulações climáticas do que aquelas já tão temidas de HAARP. HAARP se torna um "brinquedo de criança" perto dela. Apesar de controlar estas ondas não ser uma tarefa fácil, já que são necessários algoritmos espertos e muito sensíveis para ajustar estas ondas extraterrestres, as queimas das partículas de energia chamadas quanta e sua manipulação na ionosfera e magnetosfera da Terra pode manipular o clima da Terra. Estes algorítmos inteligentes podem redirecionar as partículas de energia para criar ciclones, chuvas, secas e assim por diante. A análise quantitativa é usada para manipular a energia da partícula e um pequeno erro poder causar efeitos opostos. Toda a responsabilidade de fazer tudo isto funcionar está nas mãos de cientistas de computador, e não nas mãos de físicos ou astrofísicos.
Analisando um pouco mais todo o parágrafo acima mencionado, não consigo parar de contrapor os reais fiascos já claramente determinados e comprovados em previsões climáticas por meio de modelos destes mesmos cientistas do computador. E com isto em mente, todo o medo ergue-se a alturas paranóicas de, se por exemplo, o objetivo for o de fazer chover intensamente na Palestina, causemos ciclones catástroficos, em por exemplo, a também belicista Israel. Um pedido de desculpas não oficial e em particular irá ajudar? E se por exemplo, ao tentarem atingir a Índia com um catastrófico ciclone, alaguem até os ossos o Paquistão?
Não apenas a nossa "benéfica super potência" detém esta tecnologia, apesar de certamente o fato de que ela a detenha seja visto muito mais preocupante. Muitos países secretamente tem colocado aparelhos na Terra para manipular a ionosfera e a magnetosfera terrestre. Eles dizem que estes aparelhos de alta energia podem "fritar' os misseis balísticos que as ataquem. Mas na realidade uma variedade destes aparelhos estão classificados dentro de outros projetos que podem manipular a explosão advinda das energias das partículas ou radiações eletromagnéticas maciças para manipular padrões climáticos e criar ou paralizar os climas artificiais.
Depois da sinistra declaração da alta validade da bomba de neutron, que destrói os seres vivos mas conserva toda a estrutura do local atingido, esta pode ser uma maneira mais irracional [se é que existe racionalidade na tema] e malignamente dolorosa de acabar definitivamente com o que eles consideram "crise da população" [a população mundial incansavelmente crescente]
Em uma era em que a humanidade é vista como a origem de toda a malignidade e a causa de toda a inconveniência, é justo avaliar que todos esforços denominados bélicos tenham mesmo por intuito a eliminação da maior parte humana do planeta.
A ciência atualmente, em uma parte preponderantemente grande voltada aos avanços em tecnologias bélicas, tem se tornado uma ciência enlouquecida e incoerente com a sobrevivência. Talvez, também em parte, isto seja devido ao fato do esforço concentrado do mundo inteiro em se defender - ou ao menos se contrapor- a sanha desarrazoada da máquina guerreira daqueles que se auto intitulam "super potência mundial" ou, outras vezes, para variar um pouco, "polícia do mundo". Também não há que se desconsiderar a posição enfraquecida de uma instituição criada como árbitro máximo para as questões e pendências internacionais, a ONU, debilitada pelo poder arrogante e agressivo do veto a questões vitais para a humanidade como um todo e, ainda mais gravemente, pelo total desrespeito as suas Resoluções. Há que se também ressaltar o total desrespeito e desconsideração que enfrenta a Corte Mundial da parte da tal super potência absurdamente homicida e inconsequentemente suicida e seus aliados.
Suscitar o ódio ou ao menos a repulsa de grande parte do mundo certamente não é visar qualquer fim que seja apaziguador. Não é reforçar a defesa de direitos humanos e nem ao menos é procurar uma solução conciliadora.
A cada vez que ligamos nosso aparelho de televisão em um noticiário internacional, nos deparamos com espetáculos deprimentes de destruição humana em ampla escala, em incidentes muitas vezes discutíveis da aplicação deliberada da vontade humana. Como exemplo, podemos citar os recentes conflitos no Oriente Médio onde o espetáculo de armamentos aterrorizantes e de amplo alcance de destruição [embora pouco demonstrados em imagens da media conivente], além dos efeitos não conhecidos ou não declarados, a médio e curto prazo, nos fazem estremecer de terror. Esta espécie de terror é muito mais real e consciente do que qualquer ato homicida de associações terroristas em retaliação ao terrorismo maior pré estabelecido e deliberado da "super potência".
Como sul americana e muito orgulhosamente brasileira, uma nação onde os objetivos de paz e fraternidade se destacam de forma tão acentuada, vejo com extrema preocupação o pé fincado da super potência em nação sul americana: a Colômbia. Todos que estudam e acompanham a origem dos conflitos anteriores em nosso continente, bem como no mundo inteiro, sabem perfeitamente bem o perigo que isto representa para todos nós. Esta presença assumida e declarada já tem causado e fomentado incidentes, como o da quebra da soberania do Equador em tempos recentes. Com esta presença "super potencial", as exportações de cocaína para o mundo dispararam, após uma mínima fração temporal que justificasse a estada das tropas externas. Hoje temos uma Colômbia apartada em pensamento e atos de todas as demais nações sul americanas, buscando de todas as formas possíveis a desestabilização política da Venezuela. Não quero e nem devo entrar no mérito se Hugo Chavez é um bom Estadista ou não, mas certamente tenho que ter por ele o respeito devido a um governo publicamente escolhido e eleito, ou não seria politicamente democrática.
Também é fato amplamente conhecido que a produção da heroína e sua exportação, que foi tanto combatida pelo Talibã, agora assume números nunca antes vistos, pós invasão do Afeganistão.
Igualmente é bem sabido que todos os "queridinhos" instrumentos de momento da política da super potência foram mais tarde impiedosamente julgados, condenados e apontados por ela como os mais violentos ditadores, belicistas, assassinos etc. É bom aqui lembrar de Noriega, Saddam Hussein, Timothy McVeigh, Osama bin Laden, Suharto, Pinochet, Jonas Savimbi da Unitas de Angola, entre outros. É claro que existem outros mais, mas são tantos que a minha incipiente cultura não permite citar caso a caso.
Mas voltando aos terrores científicos que atualmente nos assombram, é bom lembrar que agora vivemos o tempo onde um novo tipo de Guerra Fria entre diferentes países está em adquirir a capacidade de demonstrar maestria nas tecnologias superiores. Daí, com a condenação mundial das armas nucleares [e indubitavelmente ao fato de que tantos e tão vários outros países também a possuírem], a super potência "inovou" no uso de armas de urânio reduzido em aquilo que ela própria denomina "conflitos de baixa intensidade". O grande problema é que de fato são internacionalmente desconhecidos [ou ao menos assim declarado] os efeitos a médio e longo prazo do emprego de tais armas. O que temos de concreto é uma longa lista de "acidentes" nos locais onde elas foram empregadas; para citar alguns, Kosovo, Iraque e Afeganistão. Fato é que várias instituições, de certo desmancha prazeres, tem citado aumento de canceres e defeitos congênitos que aparecem preponderamente após os cinco anos de sua utilização. Outro fato, também decerto "invencionices" causadas pelo "stress pós traumático de guerra" é que os veteranos das Guerras do Golfo se queixam judicialmente destes efeitos "imaginários". É sabido que o urânio reduzido demora um período igual ao tempo da existência do planeta Terra para se tornar inativo e também é amplamente sabido e não contestado que, apesar de reduzido, ele permanece radioativo.
Além das terríveis ameaças de guerras químicas [que não foram banidas por nenhum tratado] e guerras biológicas [que apesar de "banidas" tem os mesmos preceitos de pesquisa e utilização] agora a 'onda" vem de um campo científico onde grande parte da pesquisa de "defesa" está obtendo prioridade: ser capaz de manipular o clima. Obviamente, a manipulação climática é algo onde o agressor muito mais facilmente permanece indeterminado, e cumpre maravilhosamente bem seu papel de inviabilizar economias, assassinar em massa e trazer toda a coorte de miséria, doença e fome. Não é lindo?
A nova invenção tecnológica é advinda da descoberta de que a utilização de radiação eletromagnética de estrelas distantes possa lançar energia quântica na Terra. Esta radiação eletromagnética contém ondas elétricas e magnéticas que viajam à velocidade da luz e apresentam o ângulo correto entre elas. A manipulação destas explosões de estrelas distantes pode permitir técnicas muito maiores de manipulações climáticas do que aquelas já tão temidas de HAARP. HAARP se torna um "brinquedo de criança" perto dela. Apesar de controlar estas ondas não ser uma tarefa fácil, já que são necessários algoritmos espertos e muito sensíveis para ajustar estas ondas extraterrestres, as queimas das partículas de energia chamadas quanta e sua manipulação na ionosfera e magnetosfera da Terra pode manipular o clima da Terra. Estes algorítmos inteligentes podem redirecionar as partículas de energia para criar ciclones, chuvas, secas e assim por diante. A análise quantitativa é usada para manipular a energia da partícula e um pequeno erro poder causar efeitos opostos. Toda a responsabilidade de fazer tudo isto funcionar está nas mãos de cientistas de computador, e não nas mãos de físicos ou astrofísicos.
Analisando um pouco mais todo o parágrafo acima mencionado, não consigo parar de contrapor os reais fiascos já claramente determinados e comprovados em previsões climáticas por meio de modelos destes mesmos cientistas do computador. E com isto em mente, todo o medo ergue-se a alturas paranóicas de, se por exemplo, o objetivo for o de fazer chover intensamente na Palestina, causemos ciclones catástroficos, em por exemplo, a também belicista Israel. Um pedido de desculpas não oficial e em particular irá ajudar? E se por exemplo, ao tentarem atingir a Índia com um catastrófico ciclone, alaguem até os ossos o Paquistão?
Não apenas a nossa "benéfica super potência" detém esta tecnologia, apesar de certamente o fato de que ela a detenha seja visto muito mais preocupante. Muitos países secretamente tem colocado aparelhos na Terra para manipular a ionosfera e a magnetosfera terrestre. Eles dizem que estes aparelhos de alta energia podem "fritar' os misseis balísticos que as ataquem. Mas na realidade uma variedade destes aparelhos estão classificados dentro de outros projetos que podem manipular a explosão advinda das energias das partículas ou radiações eletromagnéticas maciças para manipular padrões climáticos e criar ou paralizar os climas artificiais.
Depois da sinistra declaração da alta validade da bomba de neutron, que destrói os seres vivos mas conserva toda a estrutura do local atingido, esta pode ser uma maneira mais irracional [se é que existe racionalidade na tema] e malignamente dolorosa de acabar definitivamente com o que eles consideram "crise da população" [a população mundial incansavelmente crescente]
Em uma era em que a humanidade é vista como a origem de toda a malignidade e a causa de toda a inconveniência, é justo avaliar que todos esforços denominados bélicos tenham mesmo por intuito a eliminação da maior parte humana do planeta.
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A Real Situação Atual no Oriente Médio
A Real Situação Atual no Oriente Médio
Em 14 de abril de 2008, o 10o. Corpo blindado de Damasco em Massaneh atravessou o Monte Hermon. Há que se lembrar que no mês passado a 14a. Divisão assumiu uma posição ao norte, na fronteira de Israel com a Síria que atravessa o alcance do Monte Hermon. Desta forma, as tropas sírias agora estão se espraiando em uma linha em forma de crescente das montanhas libanesas centrais nos aclives oeste do Monte Hermon e acima do sudeste do sudeste do Líbano.Toda esta disposição, está sob o comando do irmão do Presidente da Síria Maher Assad.
O 10o. corpo de blindados foi movido diretamente para frente depois de um repentino exercício de defesa civil que durou três horas no dia 10 de abril. Este exercício foi ordenado pelo Presidente Bashar Assad sem ter feito nenhum anúncio anterior exatamente no último dia dos cinco dias de exercícios domésticos de defesa de Israel. Embora a inteligência militar dos EUA não considerem estes fatos como diagnósticos de um ataque imediato a Israel, ela avalia que a construção do exército sírio em oposição a Israel tem se acelerado em abril para uma rápida transição a um modo de ataque.
Por outro lado, na terça feira, 15 de abril, a autoridade iraniana, Mohammad Reza Ashtiani, ameaçou eliminar Israel "do cenário do universo" se este lançasse um ataque militar a um Estado islâmico.
Este ataque pode se desenvolver de um ataque americano ou israelense contra o Irã, ou uma situação de guerra envolvendo Israel, Síria ou Hizballah. Teerã pode fazem também um ataque preventivo se uma inteligência precoce for recebida de um iminente ataque israelense ao Irã, Síria ou Hizballah.
O Irã pode até mesmo decidir atacar Israel como represália pelo ataque americano, não
necessariamente a seus sítios nucleares mas às bases da Guarda Revolucionária envolvidas em dirigir, armar e treinar milícias para ataques a tropas Americanas no Iraque. Em uma tal contingência, Teerã pode se decidir atacar de volta as bases americanas e sítios estratégicos no Golfo Pérsico e no Oriente Médio, inclusive Israel. Fontes militares americanas não duvidam que se uma barragem de misseis iranianos ataquem Tel Aviv, Israel contratacará com um ataque de mísseis a Teerã ou a Damasco.
CNN relata hoje, 16 de abril, que o Conselho de Segurança da ONU tem cinco membros a se reunirem em Shangai [China, EUA, Rússia, França, Reino Unido e Alemanha] para considerarem os novos movimentos e garantirem que o programa nuclear iraniano permaneça pacífico. As conversas desta semana entre o enviado nuclear iraniano e o principal monitor da ONU foram adiadas por razões desconhecidas. Mas o Irã está ampliando seu trabalho nuclear em desafio as demandas do Conselho de Segurança.
Na semana passada, o Presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad disse já ter começado a instalar 6.000 novas centrífugas, utilizadas para enriquecer urânio, em sua principal fábrica nuclear em Natanz. E Teerã insiste que só quer adquirir energia nuclear para uso civil.
O Internacional Herald Tribune em 14 de abril publica "Embora os resultados da atual não abordagem da estimativa de inteligência insista absolutamente ao mesmo tempo que o Irã pode produzir bombas nucleares a partir de 2009. ... A visão de analistas franceses diz: os iranianos querem a bomba; eles vêem a estratégia deles como um estratégia vencedora; eles consideram a provocação uma tática eficaz; incentivos provavelmente não irão substituir o que o Irã acredita que a bomba trará; e a fórmula de bombas ou não incursões de bombardeios para elimina-los, contudo desejável para o mundo, pode estar muito longe de ser realista.....Em janeiro de 2009 é o 30o. aniversário da Revolução Iraniana, exatamente quando o próximo presidente americano estará tomando posse, e isto pode fornecer à sua liderança fundamentalista a ocasião para marcar a consciência internacional com o que "está no coração do campo radical"
O atual Presidente do Irã,Ahmadinejad, foi um soldado de infantaria na guerra Irã-Iraque. Era ele da Guarda Revolucionária, a qual lutou com grande ferocidade. Mas seu papel preciso na guerra tem permanecido um mistério. A eleição de Ahmadinejad como prefeito de Teerã em 2003 foi resultado do descontentamento público com o movimento de reforma do governo do Presidente Khatami, mais liberal. A eleição de Ahmadinejad em 2005, não foi nenhum acidente. Foi o resultado de dois anos de planejamento complicado e múltiplo, por uma coalisão que incluía os comandantes das Guardas Revolucionárias, vários religiosos, alguns líderes dos famosos guerreiros Basiji e amigos e aliados de seus dias como prefeito de Teerã. O governo de Ahmadinejad corretamente tem sido chamado de um "regime das barracas", com a maioria de seu gabinete vindo das fileiras da Guarda Revolucionária e dos serviços de inteligência. A guerra americana no Iraque tem fortalecido a mão de Ahmadinejad em seu lance de um programa de armas nucleares entre as causas nacionalistas iranianas.
Ahmadinejad estabeleceu três metas principais para a realização de seu "mundo shiita". Ele acredita que a Revolução Islâmica do Irã só sobreviverá se ajudar outros líderes muçulmanos na luta contra um Ocidente enfraquecido e em declínio. O segundo componente de seu programa é a idéia de que o regime islâmico pode manter sua dignidade e alcançar seus objetivos se continuar firmemente nos planos de um programa de armas nucleares. Há também um terceiro componente que é o de que o futuro do Irã não mais repousa juntamente com o Ocidente em declínio, mas com o Oriente em ascensão, particularmente a China e a Índia. Sobretudo, tanto a Índia quanto a China [os dois países mais populosos do mundo] possuem tecnologias nucleares que podem partilhar com o Irã. E por último, Ahmadinejad também está convencido que a Rússia [com sua nova política externa mais muscular e a vontade de embaraçar os EUA] e a China [com seu insaciável, apetite por energia] nunca permitirão a aprovação de uma Resolução da ONU contra o Irã.
Também há que considerar o fato de que aproximadamente um terço da marinha dos EUA está patrulhando as águas fora da costa iraniana e que existem mais de 150.000 soldados americanos bem no nariz do Irã e de sua Guarda Revolucionária; tudo isto aumentando as chances de algum "engano" desencadear um completo estado de guerra.
Para a história completa de Ahmadinejad leia o artigo maravilhoso, impecável e altamente esclarecedor de Abbas Milani, publicado no Boston Review.
Em 14 de abril de 2008, o 10o. Corpo blindado de Damasco em Massaneh atravessou o Monte Hermon. Há que se lembrar que no mês passado a 14a. Divisão assumiu uma posição ao norte, na fronteira de Israel com a Síria que atravessa o alcance do Monte Hermon. Desta forma, as tropas sírias agora estão se espraiando em uma linha em forma de crescente das montanhas libanesas centrais nos aclives oeste do Monte Hermon e acima do sudeste do sudeste do Líbano.Toda esta disposição, está sob o comando do irmão do Presidente da Síria Maher Assad.
O 10o. corpo de blindados foi movido diretamente para frente depois de um repentino exercício de defesa civil que durou três horas no dia 10 de abril. Este exercício foi ordenado pelo Presidente Bashar Assad sem ter feito nenhum anúncio anterior exatamente no último dia dos cinco dias de exercícios domésticos de defesa de Israel. Embora a inteligência militar dos EUA não considerem estes fatos como diagnósticos de um ataque imediato a Israel, ela avalia que a construção do exército sírio em oposição a Israel tem se acelerado em abril para uma rápida transição a um modo de ataque.
Por outro lado, na terça feira, 15 de abril, a autoridade iraniana, Mohammad Reza Ashtiani, ameaçou eliminar Israel "do cenário do universo" se este lançasse um ataque militar a um Estado islâmico.
Este ataque pode se desenvolver de um ataque americano ou israelense contra o Irã, ou uma situação de guerra envolvendo Israel, Síria ou Hizballah. Teerã pode fazem também um ataque preventivo se uma inteligência precoce for recebida de um iminente ataque israelense ao Irã, Síria ou Hizballah.
O Irã pode até mesmo decidir atacar Israel como represália pelo ataque americano, não
necessariamente a seus sítios nucleares mas às bases da Guarda Revolucionária envolvidas em dirigir, armar e treinar milícias para ataques a tropas Americanas no Iraque. Em uma tal contingência, Teerã pode se decidir atacar de volta as bases americanas e sítios estratégicos no Golfo Pérsico e no Oriente Médio, inclusive Israel. Fontes militares americanas não duvidam que se uma barragem de misseis iranianos ataquem Tel Aviv, Israel contratacará com um ataque de mísseis a Teerã ou a Damasco.
CNN relata hoje, 16 de abril, que o Conselho de Segurança da ONU tem cinco membros a se reunirem em Shangai [China, EUA, Rússia, França, Reino Unido e Alemanha] para considerarem os novos movimentos e garantirem que o programa nuclear iraniano permaneça pacífico. As conversas desta semana entre o enviado nuclear iraniano e o principal monitor da ONU foram adiadas por razões desconhecidas. Mas o Irã está ampliando seu trabalho nuclear em desafio as demandas do Conselho de Segurança.
Na semana passada, o Presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad disse já ter começado a instalar 6.000 novas centrífugas, utilizadas para enriquecer urânio, em sua principal fábrica nuclear em Natanz. E Teerã insiste que só quer adquirir energia nuclear para uso civil.
O Internacional Herald Tribune em 14 de abril publica "Embora os resultados da atual não abordagem da estimativa de inteligência insista absolutamente ao mesmo tempo que o Irã pode produzir bombas nucleares a partir de 2009. ... A visão de analistas franceses diz: os iranianos querem a bomba; eles vêem a estratégia deles como um estratégia vencedora; eles consideram a provocação uma tática eficaz; incentivos provavelmente não irão substituir o que o Irã acredita que a bomba trará; e a fórmula de bombas ou não incursões de bombardeios para elimina-los, contudo desejável para o mundo, pode estar muito longe de ser realista.....Em janeiro de 2009 é o 30o. aniversário da Revolução Iraniana, exatamente quando o próximo presidente americano estará tomando posse, e isto pode fornecer à sua liderança fundamentalista a ocasião para marcar a consciência internacional com o que "está no coração do campo radical"
O atual Presidente do Irã,Ahmadinejad, foi um soldado de infantaria na guerra Irã-Iraque. Era ele da Guarda Revolucionária, a qual lutou com grande ferocidade. Mas seu papel preciso na guerra tem permanecido um mistério. A eleição de Ahmadinejad como prefeito de Teerã em 2003 foi resultado do descontentamento público com o movimento de reforma do governo do Presidente Khatami, mais liberal. A eleição de Ahmadinejad em 2005, não foi nenhum acidente. Foi o resultado de dois anos de planejamento complicado e múltiplo, por uma coalisão que incluía os comandantes das Guardas Revolucionárias, vários religiosos, alguns líderes dos famosos guerreiros Basiji e amigos e aliados de seus dias como prefeito de Teerã. O governo de Ahmadinejad corretamente tem sido chamado de um "regime das barracas", com a maioria de seu gabinete vindo das fileiras da Guarda Revolucionária e dos serviços de inteligência. A guerra americana no Iraque tem fortalecido a mão de Ahmadinejad em seu lance de um programa de armas nucleares entre as causas nacionalistas iranianas.
Ahmadinejad estabeleceu três metas principais para a realização de seu "mundo shiita". Ele acredita que a Revolução Islâmica do Irã só sobreviverá se ajudar outros líderes muçulmanos na luta contra um Ocidente enfraquecido e em declínio. O segundo componente de seu programa é a idéia de que o regime islâmico pode manter sua dignidade e alcançar seus objetivos se continuar firmemente nos planos de um programa de armas nucleares. Há também um terceiro componente que é o de que o futuro do Irã não mais repousa juntamente com o Ocidente em declínio, mas com o Oriente em ascensão, particularmente a China e a Índia. Sobretudo, tanto a Índia quanto a China [os dois países mais populosos do mundo] possuem tecnologias nucleares que podem partilhar com o Irã. E por último, Ahmadinejad também está convencido que a Rússia [com sua nova política externa mais muscular e a vontade de embaraçar os EUA] e a China [com seu insaciável, apetite por energia] nunca permitirão a aprovação de uma Resolução da ONU contra o Irã.
Também há que considerar o fato de que aproximadamente um terço da marinha dos EUA está patrulhando as águas fora da costa iraniana e que existem mais de 150.000 soldados americanos bem no nariz do Irã e de sua Guarda Revolucionária; tudo isto aumentando as chances de algum "engano" desencadear um completo estado de guerra.
Para a história completa de Ahmadinejad leia o artigo maravilhoso, impecável e altamente esclarecedor de Abbas Milani, publicado no Boston Review.
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Tsnami Artificial
Tsunami Artificial provocado por Ondas Eletromagnéticas Pulsáteis
da Equipe de Tecnologia do India Daily
2 de junho de 2005
tradução de lythe.ribeiro
Os cientistas estão descobrindo que as chamas e ventos solares que geram concentradas pulsações eletromagnéticas são a causa raiz de deslizamentos de terra e de terremotos. Estes movimentos repentinos subaquáticos da crosta causam a maioria dos Tsunamis devastadores.
Agora existe um pergunta "de um milhão de dólares" : isto realmente pode ser causado artificialmente?
As tecnologias de pulsações eletomagnéticas não são novas. A maioria dos países grandemente avançados possuem sistemas de armamentos de pulso eletromagnético.
Para criar até mesmo um pequeno Tsunami é necessário tanta energia que é até mesmo impossível conceber tal idéia.
Mas se ventos e chamas solares podem ser defletidos ao ponto da concentração em áreas de falha bem conhecidas, e sob o deslizamento de terra oceânica, o resultante Tsunami pode ser criado.
O mecanismo de deflexão terá que ser muito sofisticado.
A chave pode estar no controle e na ionização artificial da ionosfera da Terra. Se isto puder ser feito com raios maciços de energia a partir do solo, então você pode efetivamente alterar aquela parte do mundo onde o vento solar atacará.
Controle de algarítmos complexos dos ventos solares e queimas pode ser feito se concentrar em uma zona específica. Com a apropriada intensidade e repetida aplicação na área perturbada da crosta da Terra, pode ser conseguido que ela ceda.
O terremoto e o Tsunami que é o resultado serão devastadores.
Material similar pode ser encontrado em HAARP
da Equipe de Tecnologia do India Daily
2 de junho de 2005
tradução de lythe.ribeiro
Os cientistas estão descobrindo que as chamas e ventos solares que geram concentradas pulsações eletromagnéticas são a causa raiz de deslizamentos de terra e de terremotos. Estes movimentos repentinos subaquáticos da crosta causam a maioria dos Tsunamis devastadores.
Agora existe um pergunta "de um milhão de dólares" : isto realmente pode ser causado artificialmente?
As tecnologias de pulsações eletomagnéticas não são novas. A maioria dos países grandemente avançados possuem sistemas de armamentos de pulso eletromagnético.
Para criar até mesmo um pequeno Tsunami é necessário tanta energia que é até mesmo impossível conceber tal idéia.
Mas se ventos e chamas solares podem ser defletidos ao ponto da concentração em áreas de falha bem conhecidas, e sob o deslizamento de terra oceânica, o resultante Tsunami pode ser criado.
O mecanismo de deflexão terá que ser muito sofisticado.
A chave pode estar no controle e na ionização artificial da ionosfera da Terra. Se isto puder ser feito com raios maciços de energia a partir do solo, então você pode efetivamente alterar aquela parte do mundo onde o vento solar atacará.
Controle de algarítmos complexos dos ventos solares e queimas pode ser feito se concentrar em uma zona específica. Com a apropriada intensidade e repetida aplicação na área perturbada da crosta da Terra, pode ser conseguido que ela ceda.
O terremoto e o Tsunami que é o resultado serão devastadores.
Material similar pode ser encontrado em HAARP
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