quarta-feira, 16 de abril de 2008

A quem serve a Ciência Atual?

Até onde vai a Ciência?

A ciência atualmente, em uma parte preponderantemente grande voltada aos avanços em tecnologias bélicas, tem se tornado uma ciência enlouquecida e incoerente com a sobrevivência. Talvez, também em parte, isto seja devido ao fato do esforço concentrado do mundo inteiro em se defender - ou ao menos se contrapor- a sanha desarrazoada da máquina guerreira daqueles que se auto intitulam "super potência mundial" ou, outras vezes, para variar um pouco, "polícia do mundo". Também não há que se desconsiderar a posição enfraquecida de uma instituição criada como árbitro máximo para as questões e pendências internacionais, a ONU, debilitada pelo poder arrogante e agressivo do veto a questões vitais para a humanidade como um todo e, ainda mais gravemente, pelo total desrespeito as suas Resoluções. Há que se também ressaltar o total desrespeito e desconsideração que enfrenta a Corte Mundial da parte da tal super potência absurdamente homicida e inconsequentemente suicida e seus aliados.

Suscitar o ódio ou ao menos a repulsa de grande parte do mundo certamente não é visar qualquer fim que seja apaziguador. Não é reforçar a defesa de direitos humanos e nem ao menos é procurar uma solução conciliadora.

A cada vez que ligamos nosso aparelho de televisão em um noticiário internacional, nos deparamos com espetáculos deprimentes de destruição humana em ampla escala, em incidentes muitas vezes discutíveis da aplicação deliberada da vontade humana. Como exemplo, podemos citar os recentes conflitos no Oriente Médio onde o espetáculo de armamentos aterrorizantes e de amplo alcance de destruição [embora pouco demonstrados em imagens da media conivente], além dos efeitos não conhecidos ou não declarados, a médio e curto prazo, nos fazem estremecer de terror. Esta espécie de terror é muito mais real e consciente do que qualquer ato homicida de associações terroristas em retaliação ao terrorismo maior pré estabelecido e deliberado da "super potência".

Como sul americana e muito orgulhosamente brasileira, uma nação onde os objetivos de paz e fraternidade se destacam de forma tão acentuada, vejo com extrema preocupação o pé fincado da super potência em nação sul americana: a Colômbia. Todos que estudam e acompanham a origem dos conflitos anteriores em nosso continente, bem como no mundo inteiro, sabem perfeitamente bem o perigo que isto representa para todos nós. Esta presença assumida e declarada já tem causado e fomentado incidentes, como o da quebra da soberania do Equador em tempos recentes. Com esta presença "super potencial", as exportações de cocaína para o mundo dispararam, após uma mínima fração temporal que justificasse a estada das tropas externas. Hoje temos uma Colômbia apartada em pensamento e atos de todas as demais nações sul americanas, buscando de todas as formas possíveis a desestabilização política da Venezuela. Não quero e nem devo entrar no mérito se Hugo Chavez é um bom Estadista ou não, mas certamente tenho que ter por ele o respeito devido a um governo publicamente escolhido e eleito, ou não seria politicamente democrática.

Também é fato amplamente conhecido que a produção da heroína e sua exportação, que foi tanto combatida pelo Talibã, agora assume números nunca antes vistos, pós invasão do Afeganistão.

Igualmente é bem sabido que todos os "queridinhos" instrumentos de momento da política da super potência foram mais tarde impiedosamente julgados, condenados e apontados por ela como os mais violentos ditadores, belicistas, assassinos etc. É bom aqui lembrar de Noriega, Saddam Hussein, Timothy McVeigh, Osama bin Laden, Suharto, Pinochet, Jonas Savimbi da Unitas de Angola, entre outros. É claro que existem outros mais, mas são tantos que a minha incipiente cultura não permite citar caso a caso.

Mas voltando aos terrores científicos que atualmente nos assombram, é bom lembrar que agora vivemos o tempo onde um novo tipo de Guerra Fria entre diferentes países está em adquirir a capacidade de demonstrar maestria nas tecnologias superiores. Daí, com a condenação mundial das armas nucleares [e indubitavelmente ao fato de que tantos e tão vários outros países também a possuírem], a super potência "inovou" no uso de armas de urânio reduzido em aquilo que ela própria denomina "conflitos de baixa intensidade". O grande problema é que de fato são internacionalmente desconhecidos [ou ao menos assim declarado] os efeitos a médio e longo prazo do emprego de tais armas. O que temos de concreto é uma longa lista de "acidentes" nos locais onde elas foram empregadas; para citar alguns, Kosovo, Iraque e Afeganistão. Fato é que várias instituições, de certo desmancha prazeres, tem citado aumento de canceres e defeitos congênitos que aparecem preponderamente após os cinco anos de sua utilização. Outro fato, também decerto "invencionices" causadas pelo "stress pós traumático de guerra" é que os veteranos das Guerras do Golfo se queixam judicialmente destes efeitos "imaginários". É sabido que o urânio reduzido demora um período igual ao tempo da existência do planeta Terra para se tornar inativo e também é amplamente sabido e não contestado que, apesar de reduzido, ele permanece radioativo.

Além das terríveis ameaças de guerras químicas [que não foram banidas por nenhum tratado] e guerras biológicas [que apesar de "banidas" tem os mesmos preceitos de pesquisa e utilização] agora a 'onda" vem de um campo científico onde grande parte da pesquisa de "defesa" está obtendo prioridade: ser capaz de manipular o clima. Obviamente, a manipulação climática é algo onde o agressor muito mais facilmente permanece indeterminado, e cumpre maravilhosamente bem seu papel de inviabilizar economias, assassinar em massa e trazer toda a coorte de miséria, doença e fome. Não é lindo?

A nova invenção tecnológica é advinda da descoberta de que a utilização de radiação eletromagnética de estrelas distantes possa lançar energia quântica na Terra. Esta radiação eletromagnética contém ondas elétricas e magnéticas que viajam à velocidade da luz e apresentam o ângulo correto entre elas. A manipulação destas explosões de estrelas distantes pode permitir técnicas muito maiores de manipulações climáticas do que aquelas já tão temidas de HAARP. HAARP se torna um "brinquedo de criança" perto dela. Apesar de controlar estas ondas não ser uma tarefa fácil, já que são necessários algoritmos espertos e muito sensíveis para ajustar estas ondas extraterrestres, as queimas das partículas de energia chamadas quanta e sua manipulação na ionosfera e magnetosfera da Terra pode manipular o clima da Terra. Estes algorítmos inteligentes podem redirecionar as partículas de energia para criar ciclones, chuvas, secas e assim por diante. A análise quantitativa é usada para manipular a energia da partícula e um pequeno erro poder causar efeitos opostos. Toda a responsabilidade de fazer tudo isto funcionar está nas mãos de cientistas de computador, e não nas mãos de físicos ou astrofísicos.

Analisando um pouco mais todo o parágrafo acima mencionado, não consigo parar de contrapor os reais fiascos já claramente determinados e comprovados em previsões climáticas por meio de modelos destes mesmos cientistas do computador. E com isto em mente, todo o medo ergue-se a alturas paranóicas de, se por exemplo, o objetivo for o de fazer chover intensamente na Palestina, causemos ciclones catástroficos, em por exemplo, a também belicista Israel. Um pedido de desculpas não oficial e em particular irá ajudar? E se por exemplo, ao tentarem atingir a Índia com um catastrófico ciclone, alaguem até os ossos o Paquistão?

Não apenas a nossa "benéfica super potência" detém esta tecnologia, apesar de certamente o fato de que ela a detenha seja visto muito mais preocupante. Muitos países secretamente tem colocado aparelhos na Terra para manipular a ionosfera e a magnetosfera terrestre. Eles dizem que estes aparelhos de alta energia podem "fritar' os misseis balísticos que as ataquem. Mas na realidade uma variedade destes aparelhos estão classificados dentro de outros projetos que podem manipular a explosão advinda das energias das partículas ou radiações eletromagnéticas maciças para manipular padrões climáticos e criar ou paralizar os climas artificiais.

Depois da sinistra declaração da alta validade da bomba de neutron, que destrói os seres vivos mas conserva toda a estrutura do local atingido, esta pode ser uma maneira mais irracional [se é que existe racionalidade na tema] e malignamente dolorosa de acabar definitivamente com o que eles consideram "crise da população" [a população mundial incansavelmente crescente]

Em uma era em que a humanidade é vista como a origem de toda a malignidade e a causa de toda a inconveniência, é justo avaliar que todos esforços denominados bélicos tenham mesmo por intuito a eliminação da maior parte humana do planeta.